A obra é resultado da parceria entre o Instituto
Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), o Núcleo
Regional de Educação, a Prefeitura de Paranaguá e a Cattalini Terminais Marítimos
A partir do ano que vem a jovem Maria Gabriela Xavier Massambani, de
13 anos, poderá continuar estudando na Ilha do Teixeira, onde mora
com sua família. Junto com outros 25 alunos da rede estadual de
ensino ela foi beneficiada com a construção de salas de aula na
localidade e não precisará se deslocar para o continente, num
percurso que dura cerca de 30 minutos de barco. Antes das novas salas, os alunos precisavam usar as instalações da escola municipal existente na ilha.
Em função desse arranjo, as aulas da rede estadual começavam às 16 horas e alguns alunos só conseguiam chegar em casa às 23 horas, em função do deslocamento.
“É muito bom ter uma escola própria! Muitos alunos precisaram
estudar à noite em outros lugares fora da ilha e eu ia ter que
passar por isso também. Estou bem feliz porque ano que vem eu vou
continuar estudando durante o dia e na sala de aula nova”,
comemorou Maria Gabriella.
A construção das novas salas de aula da Escola do Campo da Ilha do
Teixeira é resultado da parceria firmada entre o Instituto
Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), o Núcleo
Regional de Educação, a Prefeitura de Paranaguá e a
empresa portuária Cattalini Terminais Marítimos.
“Estamos muito felizes nesse momento porque esse é um projeto
que atende às necessidades das crianças. A partir de agora, elas
não terão mais que se deslocar em busca de seus estudos. Isso era
uma preocupação e hoje vemos essa nova realidade”, declarou Fábio
Martins Jorge, controller da Cattalini. Atualmente, a empresa apoia
25 projetos ligados às áreas de educação, cultura, saúde,
esporte, cidadania e bem-estar, por meio do seu Programa de
Sustentabilidade.
Por uma solicitação do Fundepar, as novas salas de aula foram
feitas de madeira, seguindo a orientação de que em localidade
rurais somente são permitidas construções com esse material. Na
ilha do Teixeira, foram usadas a madeira itaúba, com alta qualidade
e durabilidade.
A comunidade também foi fundamental para tornar o projeto realidade.
Entre os moradores que trabalharam na obra está o pescador Isaias de
Paula Xavier.
“Acredito que essas salas de aula são uma conquista para a nossa
comunidade. Muitos de nós não tiveram a oportunidade de estudar e
hoje quero agradecer a Cattalini pelo presente para a nossa
comunidade. Todos os dias nós trabalhávamos para levantar essa
escola pensando em todos que precisam estudar”, disse Isaias.
Segundo a diretora da escola, Rosângela Vieira, além das séries do
Ensino Fundamental (6º, 7º, 8º e 9º ano), a intenção é
oferecer aos alunos o Ensino Médio no período da manhã.
A construção das salas de aula na Ilha do Teixeira foi uma ideia da
professora Selma Camargo Meira, há alguns anos, quando era chefe do
Núcleo Regional de Educação de Paranaguá. Um sonho que agora ela
viu se transformar em realidade.
“Estou muito feliz por esse momento. Foi uma grande conquista e
agradeço à Cattalini por ter proporcionado esse espaço para os
nossos alunos. Sinto-me feliz e vitoriosa, porque podemos voltar aqui
e agradecer a todos que contribuíram”, comentou a professora
Selma, que iniciou sua carreira no magistério em 1973, como
professora na Ilha de Eufrasina.
Na porta principal da escola, uma placa em homenagem à professora
Selma reconhece sua luta pela educação. “As novas salas de aula
da Escola do Campo na Ilha do Teixeira nasceram do sonho e do esforço
dessa verdadeira defensora da educação em nosso Litoral”.
Confira reportagem sobre o assunto:
https://www.facebook.com/cattaliniterminais/videos/256066719953908
Cattalini Terminais recebe
Certificação Empresa B
Cattalini recebe
Selo A de Sustentabilidade do Governo do Paraná