Imagine um ambiente repleto de telas e computadores, em funcionamento 24 horas por dia, responsável por monitorar todas as operações rodoviárias, ferroviárias e marítimas de um dos principais terminais de granéis líquidos da América Latina. Assim é a Sala de Controle da Cattalini Terminais Marítimos, um espaço dedicado ao apoio operacional e integrado ao processo logístico da empresa, com a função de acompanhar indicadores operacionais e promover a comunicação e a interface entre os setores.
Na Sala de Controle são recebidas informações sobre a atracação de navios, os volumes movimentados, os dutos e tanques que receberão as cargas, as previsões de início e término das atividades no píer privado e no píer público, além dos parâmetros de toda a operação em tempo real. Reuniões operacionais diárias complementam o planejamento da movimentação portuária, com o detalhamento das atividades previstas e os ajustes necessários, oferecendo previsibilidade para a tomada de decisões assertivas.
“Visamos a eficiência de todo o processo, com uma operação estruturada e planejada dentro dos mais rigorosos parâmetros de segurança e prevenção de possíveis emergências. Para isso, contamos com radares e sensores que detectam antecipadamente qualquer situação fora dos padrões estabelecidos. Além disso, não temos atrasos ou filas de navios ou caminhões graças ao monitoramento constante e ao olhar clínico direcionado a todo o processo”, declarou Alexandre Juliani Reino, encarregado da Sala de Controle.
A atenção, a concentração, a visão global das operações e o domínio dos sistemas implementados são características essenciais dos colaboradores da Sala de Controle. O regime de trabalho é organizado em jornadas divididas entre cinco equipes capacitadas, formadas por duplas que comandam todo o sistema.
A Sala de Controle da Cattalini conta com sistema de telemetria, que demonstra o volume de líquidos em cada um dos 133 tanques existentes. Também acompanha, de forma individual, o fluxo dos caminhões que utilizam o pátio de triagem e as manobras das composições ferroviárias.
Os sensores e radares instalados no píer privado e em terra permitem identificar os volumes embarcados ou recebidos, além de comparar e monitorar dados a partir da vazão dos produtos e da pressão nos dutos que interligam o píer privado aos quatro Centros de Tancagem. “São esses equipamentos, operados por uma equipe altamente preparada, que garantem a segurança das operações e das pessoas que atuam direta ou indiretamente na movimentação de granéis líquidos na Cattalini Terminais”, completou Alexandre Reino.