Projetos socioambientais e grandes empresas de Paranaguá se reúnem em rodada de conversas

Idealizado pela Cattalini e com a realização do  SEBRAE e Prefeitura de Paranaguá,  evento conectou projetos socioambientais da região com empresas do setor portuário. A “Rodada de Projetos: Transformando Desafios em Oportunidades” foi realizada no início desta semana, no SESC Paranaguá.

Cerca de 30 projetos ligados a diferentes áreas como cultura, educação, desenvolvimento e geração de renda e conscientização ambiental participaram do evento.

Fábio Jorge, controller da Cattalini, abriu o evento destacando o trabalho de ASG desenvolvido pela empresa ao longo dos anos. “Desde 2008, destinamos recursos, através das leis de incentivo fiscal, para projetos que beneficiam a comunidade parnanguara. Estamos sempre de portas-abertas para trocar ideias sobre os projetos e programas que temos, porque é muito importante o apoio de todos, em vários setores da sociedade, ajudando projetos que fazem a diferença no futuro das pessoas”.

Presente ao evento, a secretária municipal de Assistência Social, Ana Paula Falanga, salientou a união das empresas para o progresso socioambiental da região. “É a primeira vez que
propomos esse encontro para promover a conexão entre o grupo empresarial da cidade e as entidades sociais locais. Essa iniciativa é inovadora e teve o apoio importantíssimo da Cattalini Terminais, que é a pioneira no apoio a projetos sociais da cidade e a nossa grande parceira para mobilização das equipes de ASG de outras empresas parceiras de Paranaguá”, comentou Falanga.

O SEBRAE foi um dos organizadores do evento. A gestora de negócios, Catiane dos Santos, explicou a importância de as empresas compreenderem que apoio não pode ser confundido com assistencialismo.

“A sociedade recebe esses projetos sociais que formam cidadãos e esse processo traz desenvolvimento econômico para Paranaguá. Nosso parceiro estratégico nesse plano é a Cattalini Terminais, uma empresa referência em sustentabilidade, que tem influenciado outras empresas a olharem para a nossa comunidade, e compreenderem que não se trata de assistencialismo, mas sim de colaborar para que pessoas em situação de vulnerabilidade se tornem protagonistas”.