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Acordo dá fim aos processos de pescadores - 2009-02-17

Acordo dá fim aos processos de pescadores de Antonina contra Cattalini

Um acordo firmado com pescadores de Antonina e a Cattalini Terminais Marítimos colocou fim aos processos judiciais movidos contra a empresa. O acordo foi celebrado quatro anos após a explosão do navio de bandeira chilena "Vicuña", de propriedade da Sociedad Naviera Ultragas, ocorrida no píer da empresa, localizada no Porto de Paranaguá.

Segundo os advogados da Cattalini, o acordo representa o reconhecimento de que a empresa realmente não tem qualquer responsabilidade sobre o acidente. "No acordo, os pescadores isentaram o terminal de qualquer culpa, ratificando a decisão proferida em novembro de 2007 pelo Tribunal Marítimo, que concluiu que a explosão originou-se no interior do navio, em um dos tanques, excluindo qualquer possibilidade da fonta primária da explosão ter ocorrido no terminal da Cattalini", comentou o advogado Leandro Alberto Bernardi.

O pagamento foi feito em parcela única pela Cattalini e encerra o processo de danos materiais e morais que os pescadores de Antonina moviam contra a empresa. "Avalio que este foi um bom acordo e o que mais chamou a atenção foi a flexibilidade da empresa para negociação. Acredito que os valores pagos foram razoáveis dentro dos padrões do acordo e hoje nós ficamos satisfeitos", declarou o advogado dos pescadores, Júlio Antonio Simão Ferreira.

A expectativa agora, segundo o advogado da Cattalini, Iwerson Wronski, é que processo judicial semelhante movido por pescadores de Paranaguá resulte num acordo como o firmado com os pescadores  de Antonina. "Muitos podem até desconhecer que a Cattalini está disposta a um acordo e, por isso, reafirmamos a disposição da empresa pelo consenso e pelo cumprimento do seu papel social", comentou Wronski.

O advogado Júlio Simão Ferreira disse que o acordo é a melhor solução dentro de todas as causas judiciais. "O acordo é uma solução imediata e que desafoga o judiciário, atingindo o objetivo daqueles que buscam ter seu direito tutelado na Justiça. Acredito que os pescadores de Paranaguá deveriam aproveitar ao máximo essa possibilidade que está sendo dada pela Cattalini", disse o advogado.

Paranaguá deverá exportar quase 1 bilhão de litros - 2008-11-07

Paranaguá deverá exportar quase 1 bilhão de litros de álcool em 2008

No leque de mercadorias que integram o setor de granéis líquidos, o Porto de Paranaguá também concentra quase metade das exportações de óleo de soja do Brasil

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"O Paraná e seu porto vêm dando respostas para o Brasil em termos de produtividade, eficiência e, principalmente, no atendimento às necessidades dos produtores do Paraná e de outros Estados", afirmou Cláudio Fernando Daudt, diretor-superintendente da Cattalini Terminais Marítimos, que há 20 anos atua no setor portuário.

 

Entre janeiro e 23 de setembro deste ano, foram exportados 664 milhões de litros, volume maior que o verificado no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 389 milhões de litros.

                                     Daudt

Daudt afirmou que o Porto de Paranaguá possui mais de 1,3 bilhão de litros de capacidade de exportação de álcool disponíveis nas estruturas pública e privada. Em 2006, foram embarcados 700 milhões de litros de álcool e, em 2007, uma queda no mercado internacional fez com que as exportações de álcool alcançassem 550 milhões de litros.

                                

Para 2008, a expectativa é retomar os embarques e fechar o ano com a exportação de 850 milhões a 900 milhões de litros de álcool, volume que representa quase 30% de todo o etanol exportado pelo Brasil. "O Paraná se especializou nos nichos de mercado para o seu produto e hoje exportamos até quatro tipos diferentes de álcool", relatou.

 

Ao comparar a produtividade na movimentação, o executivo comentou que Paranaguá é líder neste quesito. Enquanto o Porto de Santos atinge 474 mil litros por hora no embarque, o Porto de Paranaguá atinge mais do que o dobro: 1,1 milhão de litros por hora.

 

Além da estrutura privada, Paranaguá passou a ter o primeiro terminal público de álcool do Brasil. A estrutura foi construída com recursos próprios da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), num valor de quase R$ 14 milhões, e está em operação desde julho deste ano. Para a próxima semana, está programado o embarque de 10 mil metros cúbicos de álcool no píer público abastecido pelos dutos do terminal da Appa.

 

Mais produtos - No leque de mercadorias que integram o setor de granéis líquidos, o Porto de Paranaguá também concentra boa parte das exportações de óleo de soja do Brasil. A previsão da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) é que em 2008 sejam exportadas 2.150 toneladas do produto. Em agosto deste ano, as exportações de óleo de soja pelo Porto de Paranaguá geraram uma receita cambial de US$ 174,8 milhões, o que corresponde a 14,3% do total gerado no período.

 

Mesmo sendo um volume inferior ao registrado em 2007, a receita cambial obtida será maior em virtude do valor pago neste ano, quase o dobro do praticado no ano passado. "Somos os maiores exportadores de óleo de soja do Brasil, com quase 50% de tudo o que sai do País", revelou Cláudio Daudt, lembrando que atualmente são comercializados cinco tipo diferentes de óleo de soja.

Empresas do setor de granéis líquidos de Paranaguá - 2008-10-15

Empresas do setor de granéis líquidos de Paranaguá promovem 1ª Sipat Integrada

Terminais Marítimos que atuam na movimentação de produtos inflamáveis unem-se para falar de segurança, saúde e meio ambiente

A Cattalini Terminais Marítimos em parceria com a Transpetro e a União Vopak, está promovendo a 1ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Sipat). A proposta do evento é promover a integração entre as empresas e transferir informações entre os seus colaboradores para que executem suas funções com segurança.

Representantes

A 1ª Sipat Integrada começou nesta segunda-feira (13) e seguirá até sexta-feira (17), com a realização de palestras educativas, sorteios de brindes e exposições sobre saúde e meio ambiente. "O evento valoriza a concretização da união das três empresas que possuem culturas diferentes, mas estão unidas pelos valores da segurança", comentou o gerente Sérgio Monteiro, da União Vopak.

 

O diretor superintendente da Catallini, Cláudio Fernando Daudt, ressaltou o ineditismo da iniciativa e espera que nos próximos anos a parceria seja renovada e ampliada a outras empresas. "Vemos aqui uma oportunidade para mantermos nossos objetivos de trabalhar com segurança, mantendo a saúde de nossos colaboradores e a defesa ao meio ambiente. A Semana nos garante essa troca de informações e a chance de abrangermos um maior volume de pessoas em torno de temas tão importantes", disse o diretor-superintendente da Cattalini, Cláudio Fernando Daudt.

 

A 1ª Sipat Integrada acontece pela manhã e à tarde para que haja a oportunidade de mais colaboradores participarem do evento. O coordenador de Operações do Terminal de Paranaguá, Pedro Paulo Becker, disse na oportunidade que a programação do evento é interessante para todos. "Com essa união entre as empresas reforçamos a questão da segurança entre nossos colaboradores. A Semana Interna é um evento que agrega informações a toda a comunidade e mobiliza nossos funcionários sobre temas importantes como a segurança", comentou Becker.

Público

Programação

Na abertura do evento o público prestigiou a apresentação da peça teatral "Só depende de nós", peça itinerante do Grupo Opta, que mostrou a importância da segurança nos ambientes de trabalho e como ela pode ser decisiva na execução das atividades diárias.  À tarde foi a vez da palestra "Segurança no Trânsito", apresentada pelo Diretor do Departamento Municipal de Trânsito de Paranaguá, Astrogildo Policarpo da Conceição.

Peça de teatro

O evento está acontecendo na sede do Clube dos Empregados da Petrobrás, localizado na Avenida Santa Rita, próximo ao cais de inflamáveis. Amanhã (14), a palestrante Andréa Gomes falará sobre o tema "Saúde" e serão apresentadas as peças teatrais "Saúde-se quem quiser" e "Quarto Minguante", ambas do Grupo Cia. Quiprocó.

Peça de teatro 2

Na quarta-feira (15), o tema será "Meio ambiente e sustentabilidade", apresentado pela coordenadora da Agenda 21 Paraná, Schirle dos Reis Branco. Na quinta-feira, (16), o Sargento Simplício, do Corpo de Bombeiros e Geovane Grigorio, da Transpetro, falarão sobre produtos perigosos. No último dia da 1ª Sipat Integrada, o palestrante José Roberto Rey abordará o tema "Conhecendo o ácido sulfúrico".

 

Cattalini investe US$ 1,5 milhão em dragagem - 2007-09-13

Em entrevista coletiva, diretor da empresa falou do investimento em meio ambiente e da reparação por danos morais pelas perdas em função da explosão do navio "Vicuña'.

A dragagem do berço interno de atracação da Cattalini Terminais Marítimos, em Paranaguá, representará ganhos expressivos em volume de mercadorias movimentadas e em receita para a balança comercial do Paraná. A informação é do Diretor-Superintendente do terminal, Cláudio Daudt, durante entrevista coletiva concedida à imprensa nesta quarta-feira (12). "Trata-se de uma importante avanço para o Porto de Paranaguá, que passará a contar com uma estrutura ainda melhor para atender ao mercado. O Controle Ambiental de Dragagem foi um importante passo para que pudéssemos hoje concretizar este investimento. Este estudo coloca Paranaguá na vanguarda entre os portos brasileiros, porque contempla projetos técnicos, que atendem a legislação ambiental vigente", comentou.

Segundo Daudt, com o aprofundamento do berço de atracação para 10,5 metros, a exportação de etanol, por exemplo, terá um incremento de 500 mil m³/ano que se somarão à atual demanda do terminal. Em 2006, foram embarcados 650 milhões de litros (o que corresponde a 28% do mercado nacional), volume 53% maior que o verificado em 2005. E em 2007, novo recorde poderá ser atingido com o embarque de 750 milhões de litros. O volume depende, porém, do aquecimento de mercados compradores como o americano. "O berço externo do píer já conta com profundidade de 12 metros. Com uma nova profundidade na parte interna, teremos capacidade de aumentar nossos embarque e podemos ampliar em US$ 250 milhões nossa participação na balança comercial", destacou o diretor.

Resultado de um investimento de US$ 1,5 milhão, a dragagem no berço interno do terminal iniciará na próxima semana e deverá estar concluída entre 4 e 5 meses. Até lá serão retirados 350 mil m³ de areia, que serão depositadas em área pública, localizada à leste do cais do Porto de Paranaguá. A draga é de propriedade da empresa Califa, instalada no Rio Grande do Sul e tem uma cisterna com capacidade para 1.800m³.

A idéia, segundo Daudt, é contribuir para novos projetos idealizados pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), ligados ao incremento das atividades portuárias naquela área. "Atendemos a todas as exigências ambientais, recebemos as autorizações necessárias dos órgãos competentes e estamos incluídos no licenciamento ambiental concedido pelo órgão estadual à Appa", explicou.

Presente em Paranaguá há 26 anos, a Cattalini Terminais Marítimos é líder do mercado de granéis líquidos no Brasil e, sozinha, representa 20% das exportações deste segmento. A meta da empresa é buscar novos mercados em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no interior de São Paulo e estimular a movimentação do produto que é o carro-chefe das exportações da empresa: o óleo de soja. A empresa é responsável pela exportação de 60% de todo o óleo de soja que sai do Brasil. "Aqui não há gargalos para exportação de álcool. Pelo contrário, o Porto de Paranaguá tem capacidade para atender a atual e a um possível aumento de demanda, com serviços de qualidade e estrutura de ponta".

Meio Ambiente

Além da dragagem, a Cattalini Terminais investirá também em um importante projeto ligado ao meio ambiente: a recuperação da bacia hidrográfica do Rio do Pinto, que deságua nas Baías de Antonina e de Paranaguá. "Com a recuperação do rio, teremos - ao passar dos anos - um volume menor de impurezas despejadas no local e a diminuição do assoreamento. Este não é um ônus para a empresa e sim um investimento que trará benefícios para o Porto de Paranaguá", comentou Daudt.

A empresa fará o monitoramento de todo o material dragado e encaminhará a cada três meses relatórios técnicos à Marinha, à Appa e ao IAP para acompanhamento dos trabalhos. A definição sobre o local onde a Cattalini atuaria foi do próprio IAP, responsável também pelo projeto de recuperação da bacia do Rio do Pinto.

Vicuña

Durante a entrevista concedida aos jornalistas, Cláudio Daudt falou da tragédia envolvendo a explosão do navio chileno "Vicuña", em novembro de 2004, no píer da empresa. "O laudo técnico ambiental do Tribunal Marítimo descartou qualquer possibilidade de o acidente ter se originado no píer da Cattalini, retirando da empresa a responsabilidade da explosão. O laudo foi claro em mostrar que a explosão deu-se no navio e não no nosso píer", completou Daudt.

Segundo o diretor, durante todo o tempo da perícia, a empresa sabia que não podia ser responsabilizada pelo acidente, porque mantém índices de segurança, reconhecidos internacionalmente. "Fomos pré julgados durante este tempo, mas preferimos não nos manifestar de forma irresponsável e prematura. Tivemos nossa imagem arranhada e isso se projetou sobre os negócios da empresa, por isso, assim que sair o acórdão buscaremos na justiça a reparação por danos financeiros e morais. Acreditamos na justiça brasileira e procuraremos o restabelecimento da nossa imagem", disse Daudt.

 

Cattalini presente na Feira Intermodal - 2007-08-27

Neste ano, cerca de 400 expositores participaram da feira, que contou com mais de 5 mil visitantes, sendo 70% representantes de embarcadores internacionai

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